Hash Point quebra na borda da própria aldeia de Taghazout, o que explica tanto a sua popularidade como o facto de a poderes ver de um café com um chá de menta.
A onda
Uma direita de forma tolerante, descrita pelos campos locais como uma introdução fácil para surfistas novos em ondas rochosas. É consistente com ondulação pequena a média e funciona melhor nas marés mais cheias.
Como se chega a pé de qualquer ponto da aldeia, está quase sempre cheia. É essa a troca: o acesso mais fácil da baía e a maior concorrência por ondas.
O nome
A tradição local diz que ganhou o nome por causa de surfistas dos anos noventa demasiado confortavelmente ocupados para fazerem os quinze minutos a pé até Anchor Point, contentando-se com a onda à porta de casa. Taghazout gosta de contar essa história.
O movimento, com honestidade
Ser a ponta mais acessível de Taghazout dá-lhe a maior proporção de visitantes face a locais de todas as ondas daqui. Com boa ondulação de inverno pode haver muita gente na água.
Senta-te mais aberto do que achas necessário, apanha menos ondas do que queres e sê visivelmente paciente. É a diferença entre uma sessão frustrante e uma boa.
Para que serve
Um dos melhores sítios para uma primeira sessão numa direita rochosa, porque a forma perdoa e a remada de saída é curta. Além disso funciona numa gama de ondulação mais alargada do que as pontas grandes, pelo que muitas vezes está surfável quando Anchor está flat ou incomportável.
